cellus*

EXPOSIÇÃO

cellus* é o trabalho de um fã. A série, que tem origem na antiga paixão do designer e artista plástico Marcellus Schnell pelo cinema, tem o propósito de compor uma espécie de inventário visual de suas preferências cinematográficas. De forma alguma ambiciona ser uma lista de melhores obras, ainda que busque relacionar exemplos ao longo dos mais de 100 anos de história da sétima arte. A experiência de ver filmes, seja na sala de exibição ou diante do monitor de TV, não admite interferências entre imagem e espectador, sendo indesejável qualquer objeto que se interponha entre um e outro. cellus* subverte esta premissa, dispondo neste “espaço/vácuo” de elementos cenográficos e de distorção, que transformam e enriquecem a imagem original. Tais imagens constituem um conjunto de fotografias realizadas diretamente do monitor de TV que, ao contrário do que possam sugerir, não receberam nenhum efeito de computação gráfica. Os fotogramas, representados pelo logo de abertura de cada filme, ganham aqui uma nova interpretação plástica e se metamorfoseiam, revelando um novo olhar. A série encontra-se disponível para visitação no endereço www.fotolog.com/cellus, acompanhada de resenhas assinadas pelo artista. Estamos aqui diante da homenagem de um amante do cinema aos seus – e certamente a alguns dos nossos – filmes preferidos e inesquecíveis de todos os tempos.

MARCELLUS SCHNELL formou-se em design pela esdi em 1991 com o projeto de graduação O Cartaz Como Reflexo dos Gêneros Cinematográficos. Realizou inúmeras exposições individuais e coletivas, tendo recebido em 1990 o 2º premio do 14º Salão Carioca de Artes. Possui trabalhos no Acervo Contemporâneo da UFF, Centro Cultural Correios e UECLAA gallery – University of Essex – UK.

Como designer, trabalhou até 2003 com Silvia Steinberg, desenvolvendo inúmeros projetos para a área cultural, muitos deles para o teatro e cinema, concertos de música de câmara, capas de Cd, congressos de filosofia, projetos editoriais, Cd-Rom e selos comemorativos.

Continua realizando projetos nessa área, como ilustrações para livros (Casa da Chris, Vinho & algo mais, O cérebro nosso de cada dia ), design para cinema (Visita Íntima, Hércules 56, Uma Eleição Para Inglês Ver ), peças gráficas para exposições (Irina Ionesco – Espelhos de luz e sombra ), livros e catálogos (Tisakisü – Novas Tecnologias da Memória e Livro da Arte Gráfica Wayana e Aparai, para o Museu do Índio), congressos de filosofia (a série Mutações, de curadoria de Adauto Novaes ), e recentemente o projeto gráfico de re-edição da revista Filme Cultura, bem como da coleção fac-similar contendo todos os números desde 1966, época de sua criação, dentre inúmeros outros projetos.

cellus*

EXPOSIÇÃO

cellus* é o trabalho de um fã. A série, que tem origem na antiga paixão do designer e artista plástico Marcellus Schnell pelo cinema, tem o propósito de compor uma espécie de inventário visual de suas preferências cinematográficas. De forma alguma ambiciona ser uma lista de melhores obras, ainda que busque relacionar exemplos ao longo dos mais de 100 anos de história da sétima arte. A experiência de ver filmes, seja na sala de exibição ou diante do monitor de TV, não admite interferências entre imagem e espectador, sendo indesejável qualquer objeto que se interponha entre um e outro. cellus* subverte esta premissa, dispondo neste “espaço/vácuo” de elementos cenográficos e de distorção, que transformam e enriquecem a imagem original. Tais imagens constituem um conjunto de fotografias realizadas diretamente do monitor de TV que, ao contrário do que possam sugerir, não receberam nenhum efeito de computação gráfica. Os fotogramas, representados pelo logo de abertura de cada filme, ganham aqui uma nova interpretação plástica e se metamorfoseiam, revelando um novo olhar. A série encontra-se disponível para visitação no endereço www.fotolog.com/cellus, acompanhada de resenhas assinadas pelo artista. Estamos aqui diante da homenagem de um amante do cinema aos seus – e certamente a alguns dos nossos – filmes preferidos e inesquecíveis de todos os tempos.

MARCELLUS SCHNELL formou-se em design pela esdi em 1991 com o projeto de graduação O Cartaz Como Reflexo dos Gêneros Cinematográficos. Realizou inúmeras exposições individuais e coletivas, tendo recebido em 1990 o 2º premio do 14º Salão Carioca de Artes. Possui trabalhos no Acervo Contemporâneo da UFF, Centro Cultural Correios e UECLAA gallery – University of Essex – UK.

Como designer, trabalhou até 2003 com Silvia Steinberg, desenvolvendo inúmeros projetos para a área cultural, muitos deles para o teatro e cinema, concertos de música de câmara, capas de Cd, congressos de filosofia, projetos editoriais, Cd-Rom e selos comemorativos.

Continua realizando projetos nessa área, como ilustrações para livros (Casa da Chris, Vinho & algo mais, O cérebro nosso de cada dia ), design para cinema (Visita Íntima, Hércules 56, Uma Eleição Para Inglês Ver ), peças gráficas para exposições (Irina Ionesco – Espelhos de luz e sombra ), livros e catálogos (Tisakisü – Novas Tecnologias da Memória e Livro da Arte Gráfica Wayana e Aparai, para o Museu do Índio), congressos de filosofia (a série Mutações, de curadoria de Adauto Novaes ), e recentemente o projeto gráfico de re-edição da revista Filme Cultura, bem como da coleção fac-similar contendo todos os números desde 1966, época de sua criação, dentre inúmeros outros projetos.

2 de maio de 2011 até 31 de julho de 2011
Baukurs Botafogo
Rua Goethe, 15 - Botafogo
Tel: 2294-6017

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